QUE TAL TROCAR EM VEZ DE COMPRAR?
Você conhece a cena: aquele brinquedo caro que você comprou para seu filho jogado no canto da sala antes mesmo de terminar o Dia das Crianças. Pois é, está na hora de dar um novo significado aos brinquedos e ao brincar. É hora de ensinar o uso e consumo consciente. É hora de viver uma experiência diferente no Dia das Crianças, participar da Feira de Troca de Brinquedos.
A Feira é uma forma leve e descontraída de trazer para a prática a reflexão sobre a forma que consumimos. E fazer isso durante um passeio divertido com a família é ainda mais especial. A Feira irá acontecer dia 12 de outubro, na Casa Gomm – Rua Bruno Filgueira, 850 – Batel (no final da rua), das 9h às 12h.
Na troca a criança tem a chance de exercitar o desapego e a negociação de preferência sem a interferência de um adulto que estará ali para mediar apenas se necessário. A autonomia da escolha é fundamental e por isso o valor dos brinquedos é simbólico. O legal é deixar que eles assumam outro significado que não o monetário. O mais importante é passar um tempo divertido, em família, e longe de situações de consumo convencional.
Para atiçar ainda mais a reflexão teremos uma Roda de Conversa sobre Consumo Consciente mediada por Maria Gloss, educadora no Hospital Pequeno Príncipe. Ela participa e promove trocas há 15 anos.
Venha, traga seu filho e brinquedos para a troca!
Serviço:
Feira de Trocas de Brinquedos
Dia: 12 de Outubro
Horário: 9h às 12h
Local: Casa Gomm – Rua Bruno Filgueira, 850 – Batel (no final da rua)
Levar: brinquedo para a troca, frutas para compartilhar e muita alegria.
Confirme sua presença no evento do Facebook! Chame seus amigos!
Texto: da jornalista Grace Barbosa do site Mãezíssima
Imagem: designer Aline Scheffler - Arte Final - desenhos, edições, e criações
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
HOJE FEIRA DO EMPREENDEDORISMO MATERNO! Vamos dançar?
A 3a FEIRA DOEMPREENDEDORIMSO MATERNO terá uma programação repleta de oficinas e palestras super legais, todas gratuitas, além de produtos e serviços feitos com o maior amor do mundo! Amor de mãe!
Entre as oficinas, faremos, é claro, uma vivência de dança circular com música ao vivo, pelo músico e compositor João Triska! IMPERDÍVEL!
A Feira contecerá no dia 21 de setembro de 2013 das 14 às 20 horas, na Academia Paramita – Rua Paulo Graeser Sobrinho, 1026 – Mercês/ entrada para pedestre – Rua Júlio Perneta, 780 (ao lado do Canal da Musica).
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www.maternarum.com.br |
A Feira contecerá no dia 21 de setembro de 2013 das 14 às 20 horas, na Academia Paramita – Rua Paulo Graeser Sobrinho, 1026 – Mercês/ entrada para pedestre – Rua Júlio Perneta, 780 (ao lado do Canal da Musica).
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Slingar e pedalar. Uma reflexão.
Minha querida amiga e jornalista Grace Barbosa em seu lindo site Maezíssima postou essa semana um texto que causa grande polêmica.
Como uma consultora de sling, decidi aqui colocar minha opinião.
Começou quando a Elenice me convidou a dar uma oficina de sling para as mães, pais que quisessem pedalar com seus filhos.
Confesso: num primeiro momento meu pensamento - como motorista de um grande centro urbano que não quer aceitar a bicicleta como um meio de mobilidade e não só de passeio - foi com uma certa rejeição. Não ando de bicicleta, mas sempre usei sling.
Aí lembrei de um caso que aconteceu há muito tempo, quando uma aluna e amiga, Angélica, chegou em minha aula do Slingar, com seu bebê, João, na cadeirinha da bicicleta. Me pediu desculpas pelo atraso, e se justificou dizendo que foi aquela era a primeira vez que andava de bicicleta como João na bike, e ele, com seus 5 ou 6 meses, ainda não estava completamente fime para ficar na cadeirinha, e todo buraco que passava com a bicicleta, o João batia com a boquinha na parte da frente da cadeirinha. Aí ela demorou um tempão pra chegar na aula, pois teve que ir bem devagar por conta disso, cuidando para o João não se machucar. Ao sair da aula, a Anagélica me pediu para ajudá-la e ensiná-la a colocar o João no sling nas costas dela, assim se sentiria mais segura e confiante para pedalar com o filho até em casa. Um caminho relativamente curto, em pleno centro da cidade de Curitiba, mas pela ciclovia, desde a saída da aula até chegar em casa.
Aí começou a minha reflexão.
Por que o assunto causou tanta polêmica?
Em um dos comentários contra a prática de slingar e pedalar sobre o texto da jornalista Grace, surgiu uma questão de viabilidade, será que é viável? Umas dizem que é uma prática completamente irresponsável e que isso nem é uma questão a ser discutida. Por quê? Outro comentário foi sobre a falta de respeito geral no transito e até mesmo nas ciclovias, então, por conta disso acredita que andar de bike com o bebê no sling não é seguro.
Por que nem as ciclovias são respeitadas? Será que o motorista de carro, onibus, taxi, ou sei lá mais o quê, prioriza de fato a fragilidade do corpo humano (independente do tipo, homem, mulher, bebê)? Colocamos um adesivo no carro "cuidado, bebê a bordo", por que não colocamos "cuidado, pessoa idosa a bordo". O cuidado deve ser exatamente igual.
Eu tenho total esclarecimento de que a BW Internacional não recomenda o uso o sling ao andar de bike. ok. Mas em quais condições?
E se você não tem carro e usa a bike como meio de transporte, precisa levar e buscar seu filho na creche, e ele é ainda um bebê e não fica sentado? como VOCÊ estaria mais segura? ACHO QUE TUDO, como tudo na vida, É UMA QUESTÃO DE BOM SENSO. Obviamente que, ao querer mudar o olhar desta sociedade que "adora" o carro, eu não vou colocar a vida da minha filha em risco andando de bike no transito de uma via rápida às 18h num centro urbano como o de Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, ou qualquer lugar que seja. É óbvio! O que eu não acho óbvio é ficarmos calados e vivermos como marionetes de um sistema só porque alguém disse que não recomenda o uso do sling ao pedalar uma bike...
Então, por que ninguém discute isso com os bolivianos, peruanos, russos, europeus e pessoas de outras culturas, cidades e países que usam a bicicleta como meio de trasporte para qualquer coisa? Vá la dizer pra elas que isso não é seguro! Vá lá dizer pra elas comprarem uma cadeirinha para levar a criança, por que é mais seguro...
Aí você vem me dizer "MAS veja bem... é outra cultura, é outra situação...". Pois é. É outra cultura. Mas a Associação Internacional de Babywearing não recomenda, em nenhum país. Como é que fica? por conta disso você, então, recrimina e é COMPLETAMENTE preconceituoso(a) com a prática de pedalar usando o sling.
Gente, é bom senso.
Como uma consultora de sling, decidi aqui colocar minha opinião.
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imagem daqui |
Confesso: num primeiro momento meu pensamento - como motorista de um grande centro urbano que não quer aceitar a bicicleta como um meio de mobilidade e não só de passeio - foi com uma certa rejeição. Não ando de bicicleta, mas sempre usei sling.
Aí lembrei de um caso que aconteceu há muito tempo, quando uma aluna e amiga, Angélica, chegou em minha aula do Slingar, com seu bebê, João, na cadeirinha da bicicleta. Me pediu desculpas pelo atraso, e se justificou dizendo que foi aquela era a primeira vez que andava de bicicleta como João na bike, e ele, com seus 5 ou 6 meses, ainda não estava completamente fime para ficar na cadeirinha, e todo buraco que passava com a bicicleta, o João batia com a boquinha na parte da frente da cadeirinha. Aí ela demorou um tempão pra chegar na aula, pois teve que ir bem devagar por conta disso, cuidando para o João não se machucar. Ao sair da aula, a Anagélica me pediu para ajudá-la e ensiná-la a colocar o João no sling nas costas dela, assim se sentiria mais segura e confiante para pedalar com o filho até em casa. Um caminho relativamente curto, em pleno centro da cidade de Curitiba, mas pela ciclovia, desde a saída da aula até chegar em casa.
Aí começou a minha reflexão.
Por que o assunto causou tanta polêmica?
Em um dos comentários contra a prática de slingar e pedalar sobre o texto da jornalista Grace, surgiu uma questão de viabilidade, será que é viável? Umas dizem que é uma prática completamente irresponsável e que isso nem é uma questão a ser discutida. Por quê? Outro comentário foi sobre a falta de respeito geral no transito e até mesmo nas ciclovias, então, por conta disso acredita que andar de bike com o bebê no sling não é seguro.
Por que nem as ciclovias são respeitadas? Será que o motorista de carro, onibus, taxi, ou sei lá mais o quê, prioriza de fato a fragilidade do corpo humano (independente do tipo, homem, mulher, bebê)? Colocamos um adesivo no carro "cuidado, bebê a bordo", por que não colocamos "cuidado, pessoa idosa a bordo". O cuidado deve ser exatamente igual.
Eu tenho total esclarecimento de que a BW Internacional não recomenda o uso o sling ao andar de bike. ok. Mas em quais condições?
E se você não tem carro e usa a bike como meio de transporte, precisa levar e buscar seu filho na creche, e ele é ainda um bebê e não fica sentado? como VOCÊ estaria mais segura? ACHO QUE TUDO, como tudo na vida, É UMA QUESTÃO DE BOM SENSO. Obviamente que, ao querer mudar o olhar desta sociedade que "adora" o carro, eu não vou colocar a vida da minha filha em risco andando de bike no transito de uma via rápida às 18h num centro urbano como o de Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, ou qualquer lugar que seja. É óbvio! O que eu não acho óbvio é ficarmos calados e vivermos como marionetes de um sistema só porque alguém disse que não recomenda o uso do sling ao pedalar uma bike...
Então, por que ninguém discute isso com os bolivianos, peruanos, russos, europeus e pessoas de outras culturas, cidades e países que usam a bicicleta como meio de trasporte para qualquer coisa? Vá la dizer pra elas que isso não é seguro! Vá lá dizer pra elas comprarem uma cadeirinha para levar a criança, por que é mais seguro...
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imagem daqui |
Gente, é bom senso.
domingo, 8 de setembro de 2013
Brincadeiras Musicais - terceira edição!
Com o sucesso das nossas outras duas oficinas de Brincadeiras Musicais, aqui e aqui, decidimos fazer estes encontros mensalmente até o final deste ano.
ATENÇÃO: a próxima data é no sábado, dia 14 de setembro.
Um momento para cantar, dançar e brincar com a música. O objetivo é criar um momento lúdico para as crianças e ampliar o repertório de músicas e brincadeiras para pais com filhos pequenos! Assim, esta oficina dedicada às crianças de 0 a 4 anos divida em duas turmas por idade, uma vez que em cada fase as crianças tem desenvolvimentos e necessidades bem diferentes.
Esta oficina será novamente ministrada por duas profissionais da música Isabella Isolani e Monalisa Couto lá na Casa Labirinto, um espaço acolhedor e próprio para brincar e se divertir muito!
Brincadeiras Musicais:
Sábado, dia 14 de junho das 14:00 às 16:30
Local: Casa labirinto – Rua Bruno Filgueira, 952. Batel
Duas turmas separadas por idade:
14:00 às 15:00 – 0 a 2 anos
15:30 às 16:30 – 2 a 4 anos
Investimento:
R$35,00 por criança (para pagamento antecipado até dia 12/09)
R$45,00 após esta data.
Incrições e informações
www.maternarum.com.br
contato@maternarum.com.br
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